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EDUCAÇÃO

Professora de Joaçaba conquista prêmio nacional com projeto de Libras

Professora de Joaçaba conquista prêmio nacional com projeto de Libras

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A professora Andrea Lange Solar Leite ficou em primeiro lugar no Prêmio Professor Transformador, com o projeto “Eu e você: no nosso mundo, as nossas diferenças nos tornam iguais”, cujo objetivo é desenvolver e valorizar o reconhecimento da Linguagem Brasileira de Sinais (Libras).

Andrea competiu na categoria “Educação Infantil”, representando a Escola de Educação Básica Municipal Nossa Senhora de Lourdes, de Joaçaba, no Oeste catarinense. A disputa foi com professores de Goiás e São Paulo. O resultado final foi divulgado na tarde de quarta-feira, dia 11, durante a Bett Brasil 2022, maior evento de Educação e Tecnologia da América Latina, em São Paulo.

Docentes de todos o Brasil estavam entre os 12 finalistas. Do Oeste de Santa Catarina, pela categoria “Ensino Fundamental 2”, o professor Wagner Severgnini também chegou à final com o projeto “Aquecendo Corações”, pelo Sesi (Serviço Social da Indústria) de Caçador. Ele ficou em terceiro lugar.

Projeto campeão

O projeto defendido por Andrea tem como finalidade desenvolver e valorizar o reconhecimento da segunda língua oficial do Brasil, Libras (Linguagem Brasileira de Sinais). Com um aluno surdo em sala de aula, a ideia foi oferecer inclusão e inovação, por meio de imagens com a língua de sinais por todo o ambiente escolar. “Os estudantes demonstraram interesse e empatia ao se relacionar com o aluno surdo, e ele pôde se integrar de forma receptiva com a comunidade escolar”, diz um trecho do conceito do projeto.

“Esse projeto é fruto de uma parceria linda com a professora Talita Milani Cordeiro. Meu nome foi representando uma vontade das duas de proporcionar uma transformação na vida de uma criança e de toda a comunidade escolar a sua volta”, destaca Andrea.

“Agradecemos ao Instituto Significare pelo apoio durante o processo e por proporcionar aos professores de todo o Brasil que se dedicam realmente a educação essa premiação. Também agradecemos a Escola Municipal Nossa Senhora de Lourdes por permitir e apoiar nosso projeto. E que realmente ‘No nosso mundo, nossas diferenças nos tornam iguais’”, completa.

Promovido pelo Instituto Significare, Bett Educar e Base2edu, o Prêmio Professor Transformador, com abrangência nacional, reuniu mais de 800 projetos. As 12 ideias finalistas foram escolhidas por uma banca formada por especialistas, mestres e doutores em educação, com a final ocorrendo nesta semana.

PROJETOS VENCEDORES

■ Categoria Educação Infantil

▪ Primeiro lugar para a professora Andrea Lange, de Joaçaba (SC), com o projeto “Eu e você: no nosso mundo, as nossas diferenças nos tornam iguais”.

▪ O segundo lugar foi para a professora Valéria Mariano de Lima, de Cubatão (SP), com o projeto “A Liga da Reciclagem”. A professora Alessandra de Melo, de Luziânia (GO), ficou na terceira posição com o projeto “O Carteiro Chegou”.

■ Categoria Ensino Fundamental I

▪ Primeiro lugar para a professora Karina Letícia, de Timóteo (MG), com o projeto “Câmara Mirim 2019”.

▪ O segundo lugar foi para a professora Eliane Babi Lohse, de Castro (PR), com o projeto “Cadê o mosquito que estava aqui? O sapo comeu”. O professor Carlos Henrique Patrício, de Magé (RJ), ficou na terceira posição com o projeto “Escola Humanizada: Acolher, Escutar e Pertencer”.

■ Categoria Ensino Fundamental II

▪ Primeiro lugar para a professora Celiana Mota, de Brasília (DF), com o projeto “Desiderata”.

▪ O segundo lugar foi para o professor Luciano Sanches, de Palmas (TO), com o projeto “Shogi na Escola”. O professor Wagner Severgnini, de Caçador (SC), ficou na terceira posição com o projeto “Aquecendo Corações”.

■ Categoria Ensino Médio

▪ Primeiro lugar para o professor Renato Nunes Ramalho, de Cajazeiras (PB), com o projeto “Reaproveitamento das águas pluviais e cinzas nas escolas do semiárido paraibano”.

▪ O segundo lugar foi para o professor Adilson Pontes da Silva, de Camutanga (PE), com o projeto “As verduras e legumes aproveitáveis e o extrato que dá gosto”. O professor Marcelo Luiz de Souza, do Rio de Janeiro (RJ), ficou na terceira posição com o projeto “Práticas corporais dos povos indígenas: corpo – cultura – inclusão – cidadania”.

 

 

FONTE/CRÉDITOS: oestemais
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